Registro de OVNI no Município de Divino – MG – (Continuação)

Registro de continuidade do Caso – Divino – MG.

A imagem exibe quatro rastros de aeronaves que passaram pelo corredor Belo Horizonte – Vitória. O risquinho à direita é de uma aeronave que estava passando naquela área naquele instante. As montanhas vistas aí são as quais o OVNI sobrevoou naquela ocorrência descrita.

Em 27 de outubro de 2020 faço, por este texto, uma atualização do “Registro de Ocorrência de OVNI no Município de Divino – MG” na qualidade de relator e testemunha do Caso. Vou continuar, a partir daqui, na primeira pessoa. Moro em Brasília e retornei a ela, três dias depois da ocorrência (31 de agosto) para resolver assuntos diversos, entre eles buscar material para a conclusão de serviços que, por falta de insumos tiveram que ser suspensos. Os demais trabalhadores que estavam em serviço no local continuaram a executar outras tarefas.

Enquanto estava em Brasília, alguns dias depois, solicitei por telefone a pessoa responsável (NJS) pelos demais trabalhadores (e que não estava no grupo que havia participado da observação de 28 de agosto) para fotografar com seu celular, cenários diversos, próximos ao local em que foi possível observar o objeto, especialmente um a que, a partir do ponto exato da observação do dia 31/ago, mirava as montanhas, deixando claro aqui que não divulguei o motivo para que fosse fotografada a área em questão. Embora o funcionário requisitado (NJS) não “entendesse nada” do porque estava fazendo as fotografias, assim procedeu seguindo instruções por telefone e então diversas imagens foram postadas. No entanto, ao receber as imagens não entendi por que a imagem que eu procurava não mostrava o que eu queria ver.

Então, no dia 15 de setembro, dezoito dias depois da ocorrência da observação, em retorno ao local da execução dos serviços, munido de equipamento de fotografia fui ao local preciso da observação para fazer a(s) fotografia(s) que registrassem o cenário de montanhas observável no dia da ocorrência. Qual não foi minha surpresa ao ver que as montanhas “não eram mais vistas” de tal ponto, porque uma árvore impedia isso!

A árvore é essa que aparece no meio da imagem. Ela não tinha essa altura no momento da ocorrência.

Imediatamente chamei os funcionários que estavam no dia da ocorrência para testemunhar o fato. Nenhum deles entendeu o que estava acontecendo ou teria acontecido de forma que as montanhas não fossem mais vistas. Busquei uma escada e coloquei no exato ponto em que eu estava no dia da observação e nela subi até chegar no degrau em que dele era possível ver as montanhas. Pedi que cada uma das outras três testemunhas fizesse o mesmo e, pela altura média de cada um deles (1,70 metros) medi do degrau em que chegaram até o pé da escada pelo prumo, chegando a altura média de 2 metros e alguns centímetros (aproximadamente 10 centímetros); ou seja, a árvore havia crescido 2,10 m em dezoito dias, fato obviamente inusitado e completamente ilógico.

Aí, com a presença de todos, inclusive de NJS, passamos a discutir o que poderia ter ocorrido, com a ênfase de cada uma das testemunhas sobre a certeza do que tinham visto em 28 de agosto, notadamente do horizonte absolutamente limpo de forma que as montanhas estavam visíveis sendo perfeitamente possível visualizar o objeto naquela data.

Bem, NJS, homem simples, mas com bastante experiência de vida, embora acreditasse nas testemunhas da observação e da própria observação feita, dada a ênfase, sabia, no entanto, da “impossibilidade irrefutável” de uma árvore, qualquer que fosse, crescer aproximadamente dois metros de altura em apenas dezoito dias, sugeriu que era mais fácil a árvore ter “desaparecido” durante o período de observação, por algum mecanismo ou motivo sobre o qual não tinha qualquer explicação, que a árvore ter tal crescimento.

Conclusão: fatos são situações, por si irrefutáveis, sobre os quais não existem contra-argumentos; as montanhas que eram perfeitamente vistas em uma data deixaram de sê-lo em dezoito dias. De duas, uma; ou a árvore cresceu, ou ela, não se sabe como, deixou de ter a copa que era alta (por exemplo, desapareceu) para que fosse possível observar o objeto.

Conjectura: se ocorreu a primeira hipótese, inequivocamente houve uma ação externa para fazer a árvore crescer; uma vez que, por ação da natureza não o seria. Se ocorreu a segunda hipótese, também houve uma ação externa porque uma árvore estava lá e todos sabiam disto, pois já a conheciam, mas nunca tinham prestado a atenção na sua altura? Só que, se ela era alta, como teria sido possível ver o OVNI?

Minha posição sobre o ocorrido: será que o objeto se deixou ver e depois se “arrependeu” provocando uma situação de desarme das testemunhas para que elas não tivessem como explicar o fenômeno? Continua a dúvida.

Sérgio F. Almeida.

Clique aqui para ver a primeira parte do caso.

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