Luziânia, km 35 da estrada que vai para Vianópolis. Assim descreve esse ponto da Rede Alfa, o saudoso Pesquisador Roberto Affonso Beck, quando escreveu o seu livro “Ufologia à luz dos fatos”.
As Imagens são de Sueli Brandão Borges, uma cortesia para a equipe do Projeto Rede Alfa. Numa próxima visita ao local a equipe fará a identificação de moradores das imediações. Uma tarefa não muito fácil, uma vez que a monocultura, como pode-se ver pelas imagens toma uma extensa região.
Relato inicial de Aleksandro Jesus de Souza e Eudes Leite
Estava eu e minha mulher dormindo e veio uma força muito forte e balançou a nossa cama que era de ferro … quase derrubou nós da cama. Ficamos muito assustados! Estava sobre nós um barulho estranho, parecendo um trem magnético, um trem roçando, raspando um no outro. Não tem aqueles filmes de ficção que tem aquelas naves que fazem aquele barulho uou, uou, uou, …. ? daquele jeitinho eu ouvi aqui em cima! em cima de meu barraco. Eu morava em um barraco de maderite ainda. Só que eu fiquei com medo de sair pra fora, entendeu? Eu queria ver mas não deu coragem pra ver. Aí eu fiquei mais a mulher, assim, assustados ao ouvir aquele barulho em cima da gente. Mas durou de 5 a 10 segundos só e depois saiu, sumiu, saiu fora. Aí eu fui perguntar de manhã cedo pro povo se tinham visto ou ouvido alguma coisa… como se fosse um terremoto, é que foi forte demais o saculejo! Só na cama! Aí eles disseram que não escutaram nada. Eu fiquei encabulado com esse negócio. Continue lendo O caso Morro do Preá – DF→
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Defende as principais bandeiras do movimento ufológico: pela pesquisa à exaustão e em favor do fim do silêncio e do segredo estatal/acadêmico sobre os OVNIs. Vê a ufologia como mais um movimento social de luta pela legitimação do saber, e pela pesquisa científica e interdisciplinar para o tema.
Formado em antropologia social pela UnB onde colaborou com a criação do Núcleo de Estudos dos Fenômenos Paranormais -NEFP/CEAM no ano de 1989. E em 1991 foi indicado pela coordenação do NEFP para coordenar o relatório do Caso Papuda, o primeiro caso estudado pelo Grupo de Estudos Ufológicos da Universidade de Brasília.
Licenciado em Ciências Sociais com especialização em tecnologias educacionais e Bioética. Foi lecionar sociologia na Secretaria de Educação do DF a partir de 1999. Desde então suas atividades no GEU/NEFP se tornaram mais reduzidas. Foi Professor formador para o uso de tecnologias educacionais na Secretaria de Educação do DF desde 2005. Aposentou-se no final de 2019 e vem desde então dedicando-se com a seriedade de sempre, às atividades ufológicas. Atualmente participa da LAASU – LATIN AMERICAN ACADEMY OF SCIENTIFIC UFOLOGY, do GRUPO UFOLÓGICO – DF, BRASIL e edita o site ufologico.com.br
Foi no parquinho infantil da SQS 405, por volta de 15h da tarde. Estávamos eu e meu amigo conversando sentados em um banco que dava de frente para o parquinho (imagem1). Foi então que, aos poucos, começamos a ouvir um som vindo do céu. O som parecia como o de uma máquina, ou talvez como o de um ar-condicionado que faz aquele som constante. O som parecia se deslocar e, à medida que se aproximava de onde estávamos, sua intensidade ficava cada vez maior ao ponto de o som estar tão intenso que preenchia todo o céu. Nunca havia presenciado nada parecido.
Apesar de o som se fazer muito presente, não havia nada visível no céu que pudesse ser a fonte daquele barulho desproporcional. Era como se o som estivesse saindo do nada. Era possível perceber o deslocamento do som que, aos poucos, foi se distanciando e sua intensidade foi diminuindo até desaparecer. Toda a experiência durou cerca de 5 minutos, a partir do momento que comecei a escutar o som até o momento que deixei de escutá-lo.
O som foi parecido com o que foi noticiado em 19/01/2016 em Jornal da TV São Tomé. Com a diferença de que o céu de Brasília não estava tão densamente nublado como o de São Tomé das Letras: CLIQUE AQUI para ver o vídeo
Relato de Eduardo Streit
Testemunhas: Eduardo Streit e Gabriel Goulart
Data da ocorrência: Entre novembro e dezembro de 2018
Autor Drew Pearson * WASHINGTON, via-rádio — Embora grande parte do público norte-americano pareça convencida da existência dos discos voadores, a Força Aérea ainda não conseguiu ver um só, apesar de haver investigado não só êste assunto como outros relacionado com Vênus, estrêlas cadentes e até uma lata velha arrastada pelo vento.
Quem isto escreve teve oportunidade de examinar os arquivos da Fôrça Aérea e pode afirmar que esta realizou uma tarefa minuciosa no seu empenho de descobrir a verdade. Continue lendo O MISTÉRIO DOS DISCOS VOADORES→