Registro de OVNI no Município de Divino – MG

Registro de ocorrência de objeto voador não identificado – OVNI

Sérgio F. Almeida

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Localização da ocorrência do fenômeno – O local em que se deu a observação foi aproximadamente aos 21 graus de latitude sul e 42 graus de longitude oeste, em área rural a uns 6 km da Sede do Município de Divino – MG. Continue lendo Registro de OVNI no Município de Divino – MG

Estigma, essencialismo negativo e colonização ET (7)

Autor: Wilson Geraldo de Oliveira

Voltando às narrativas, digamos clássicas, de contato com extraterrestres (ET). Se elas provêm de um colonizador em potencial, obviamente, elas não podem ser desejadas e nem consideradas ações objetivas aceitáveis por nós nativos da terra. Por uma questão de coerência com a nocividade do processo colonial vivido por nós internamente.

Um processo desumano e predatório das riquezas materiais e imateriais dos povos nativos. Temos no mínimo que supor que qualquer que seja esse processo de colonização ET, comparativamente àquilo que compreendemos como tal, eles guardam equivalências de sentido. Além disso, as narrativas apresentam contradições, ambivalências e sentidos dúbios que precisam ser mais bem compreendidas. Continue lendo Estigma, essencialismo negativo e colonização ET (7)

A ufologia e a matriz colonial de poder (6)

Autor: Wilson Geraldo de Oliveira

A importância da alteridade

Não podemos dizer que o racismo nas sociedades terrestres, seja apenas um simples fenômeno ideológico, como um conjunto de ideias erradas, imposto a partir de generalizações apressadas de experiências pessoais. Pelo contrário, está no imaginário de grande parte das sociedades a ideia de que determinadas diferenças ou marcas corporais, como a cor da pele p.ex. , tem a função de hierarquizar as pessoas. É um fenômeno intencional. Essa é a herança de um erro histórico de cujas persistências haveremos de nos livrar. Continue lendo A ufologia e a matriz colonial de poder (6)

A NOITE 19 DE MAIO 1986

“…Cheguei perto do alvo, posicionando-me a cerca de seis milhas de distância dele, o que ainda é longe para que possa haver uma verificação precisa, ainda mais à noite. O alvo parou de se deslocar na minha direção e começou a subir. Eu não perdi o contato radar inicial e passei a subir junto com ele. Continuei seguindo o contato até cerca de 30 mil pés, quando perdi o contato radar e fiquei apenas com o visual. Mas, naquele momento, aquela luz forte já se confundia muito com as luzes das estrelas…”

Este é o depoimento de um dos pilotos de combate da FAB acionados para interceptar contatos não-identificados que invadiram nosso espaço aéreo em 19 de maio de 1986. Vinte anos se passaram desde aquele enigmático episódio, sem que explicações mais conclusivas tenham sido apresentadas sobre o assunto. O que realmente teria acontecido naquela noite de outono?

Mariana Raad

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